A Nossa Clínica
A Vetcondeixa, fundada em 30 de Dezembro de 1990, localiza-se em Condeixa-a-Nova, dispõe de generosas instalações, moderno equipamento e sofisticados meios auxiliares de diagnóstico.
Disponibiliza um horário de atendimento alargado, (de segunda a sexta da 10:00h as 13:00h e das 15:00h as 20:30h e aos sábados das 10:00h as 13:00h e das 15:00h as 18:00h) e uma equipa de profissionais atenta às necessidades dos clientes que nos visitam.
A nossa essência é a prestação de um serviço de excelência ao nível dos cuidados médicos de animais de companhia.
quinta-feira, junho 25, 2009
O Scot e a pedra
Foxy Lady
O açaime é importante nestes animais ao serem tratados, porque ao acordarem não estando habituados ao contacto humano têm o instinto natural de atacarem como meio de defesa
"A raposa é o carnívoro selvagem com maior distribuição e abundância do mundo. Tem um focinho esguio, rematado por umas orelhas longas e pontiagudas, e uma cauda espessa e vistosa com cerca de 50 cm de comprimento. A pelagem é castanho-avermelhada, e as patas estão dotadas de garras não retrácteis. O corpo e a cabeça apresentam um comprimento que pode variar entre 60 a 90 cm, e um peso entre 5 a 10 kg. As fêmeas são sensivelmente menores que os machos.
É um animal com uma actividade essencialmente crepuscular e uma dieta quase exclusivamente carnívora. Dela fazem parte pequenos mamíferos - coelhos, lebres, ouriços-cacheiros -, aves, peixes, insectos, e ocasionalmente frutos silvestres e cultivados. Os desperdícios humanos são também procurados em épocas de maior carência, sendo por isso comum aproximarem-se de lixeiras próximas de centros urbanos. Consome cerca de 500 g de alimento por dia. O que não caça e não come no próprio dia esconde para consumo superior. Chega a ter cerca de 20 esconderijos de comida, conseguindo lembrar-se de todos eles. Nas zonas rurais, por vezes assalta os galinheiros, tendo o hábito de matar em excesso, o que lhe vale uma má fama entre essas comunidades. Vive em grupos, formado por um macho adulto e várias fêmeas.
A época de acasalamento ocorre em Janeiro/Fevereiro e os nascimentos verificam-se na Primavera, tendo a gestação uma duração de cerca de dois meses. A ninhada - uma por ano - é geralmente composta por 4 a 5 crias. Utiliza tocas escavadas e protegidas pela vegetação, construídas por ela própria ou aproveitando as de texugos ou coelhos. Vive um máximo de 9 anos. " fonte wikipedia
Pelos Animais
Enterrados Vivos!!!
segunda-feira, junho 22, 2009
Ajudemos os Golfinhos

"A única maneira de se acabar com este tipo de sofrimento animal promovido pela indústria de entretenimento é não lhe dar suporte.
Imagine que você é um jovem golfinho. O oceano é seu playground e você nada até 40 milhas por dia, atrás de peixes e brincando com seus amigos.
Agora imagine que você é violentamente arrancado
de sua casa e vendido a um parque marinho onde
tem que saltar através de arcos e interagir com o público pagante para receber comida. Entre os shows você é forçado a esperar num tanque de tamanho suficiente para te conter. Se quisesse nadar
40 milhas teria que circular o tanque 3.500 vezes.
Infelizmente, esta é a vida de centenas de golfinhos mantidos em cativeiro para entreter seres humanos em todo o mundo. Infelizmente, o “sorriso” do golfinho é sua perdição. Só porque ele “parece feliz” não significa que esteja feliz. De fato isto não poderia ser mais falso. Eis aqui porque:
Na natureza, os golfinhos usam seu instinto natural para conseguir seu alimento. Seus corpos são feitos para a velocidade e pegar peixes é divertido.
Tudo o que podem esperar no cativeiro é ganhar alguns peixes mortos depois que fazem acrobacias.
A única razão pela qual fazem acrobacias é por estarem com fome.
Na natureza, os golfinhos utilizam seu sonar sofisticado para explorar seu ambiente e
se comunicar com outros golfinhos. No cativeiro eles são mantidos em pequenos tanques de concreto,
ou gaiolas no mar, muitas vezes em isolamento e
água suja. Num tanque, seu sonar se torna seu inimigo, ecoando das paredes de volta para eles.
Seu único contacto é com o treinador e os clientes
que pagam para ver sua performance ou montar neles. Pode ser a realização de um sonho de algumas pessoas passar algum tempo na água com golfinhos, mas quando retornam para casa, se sentindo felizes e realizados após sua experiência, devem saber que os golfinhos voltam para seu tanque ou gaiola – sozinhos.
Na natureza, os golfinhos vivem em pequenos grupos. Eles são altamente sociáveis e os jovens continuam perto de suas mães por muitos anos. Quando são violentamente arrancados dos oceanos, eles são separados para sempre de seus grupos. Os criados em cativeiro nunca terão a chance de formar um laço duradouro com
sua mãe.
Na natureza, um golfinho protege sua pele sensível do sol quente mergulhando em água profunda. De fato, golfinhos silvestres passam cerca de 80% do tempo sob a superfície.
Golfinhos de cativeiro, por outro lado, só podem nadar uns poucos metros antes que uma parede o pare e não podem mergulhar tão profundo quanto normalmente o fariam. Nos delfinários não há sombra do sol quente e muitos golfinhos formam bolhas na pele. A maioria dos golfinhos de cativeiro são mantidos em água marinha artificial, clorada, que pode queimar seus olhos.
A coisa mais importante que se pode fazer é não comprar entradas para um show de parque aquático ou programas de “nadar com golfinhos” – e falar para outras pessoas não o fazerem também. "
por Elizabeth Mac Gregor
Fonte: Elizabeth Mac Gregor, WSPA –World Society for the Protection of Animals wspabrzl@us.com.br
Animals International n º 65, de junho de 2002
Assine aqui a petiçao : http://www.thepetitionsite.com/takeaction/886955832
Pelos Animais
Imagine que você é um jovem golfinho. O oceano é seu playground e você nada até 40 milhas por dia, atrás de peixes e brincando com seus amigos.
Agora imagine que você é violentamente arrancado
de sua casa e vendido a um parque marinho onde
tem que saltar através de arcos e interagir com o público pagante para receber comida. Entre os shows você é forçado a esperar num tanque de tamanho suficiente para te conter. Se quisesse nadar
40 milhas teria que circular o tanque 3.500 vezes.
Infelizmente, esta é a vida de centenas de golfinhos mantidos em cativeiro para entreter seres humanos em todo o mundo. Infelizmente, o “sorriso” do golfinho é sua perdição. Só porque ele “parece feliz” não significa que esteja feliz. De fato isto não poderia ser mais falso. Eis aqui porque:
Na natureza, os golfinhos usam seu instinto natural para conseguir seu alimento. Seus corpos são feitos para a velocidade e pegar peixes é divertido.
Tudo o que podem esperar no cativeiro é ganhar alguns peixes mortos depois que fazem acrobacias.
A única razão pela qual fazem acrobacias é por estarem com fome.
Na natureza, os golfinhos utilizam seu sonar sofisticado para explorar seu ambiente e
se comunicar com outros golfinhos. No cativeiro eles são mantidos em pequenos tanques de concreto,
ou gaiolas no mar, muitas vezes em isolamento e
água suja. Num tanque, seu sonar se torna seu inimigo, ecoando das paredes de volta para eles.
Seu único contacto é com o treinador e os clientes
que pagam para ver sua performance ou montar neles. Pode ser a realização de um sonho de algumas pessoas passar algum tempo na água com golfinhos, mas quando retornam para casa, se sentindo felizes e realizados após sua experiência, devem saber que os golfinhos voltam para seu tanque ou gaiola – sozinhos.
Na natureza, os golfinhos vivem em pequenos grupos. Eles são altamente sociáveis e os jovens continuam perto de suas mães por muitos anos. Quando são violentamente arrancados dos oceanos, eles são separados para sempre de seus grupos. Os criados em cativeiro nunca terão a chance de formar um laço duradouro com
sua mãe.
Na natureza, um golfinho protege sua pele sensível do sol quente mergulhando em água profunda. De fato, golfinhos silvestres passam cerca de 80% do tempo sob a superfície.
Golfinhos de cativeiro, por outro lado, só podem nadar uns poucos metros antes que uma parede o pare e não podem mergulhar tão profundo quanto normalmente o fariam. Nos delfinários não há sombra do sol quente e muitos golfinhos formam bolhas na pele. A maioria dos golfinhos de cativeiro são mantidos em água marinha artificial, clorada, que pode queimar seus olhos.
A coisa mais importante que se pode fazer é não comprar entradas para um show de parque aquático ou programas de “nadar com golfinhos” – e falar para outras pessoas não o fazerem também. "
por Elizabeth Mac Gregor
Fonte: Elizabeth Mac Gregor, WSPA –World Society for the Protection of Animals wspabrzl@us.com.br
Animals International n º 65, de junho de 2002
Assine aqui a petiçao : http://www.thepetitionsite.com/takeaction/886955832
Pelos Animais
quinta-feira, junho 18, 2009
Nazaré
terça-feira, junho 09, 2009
Em Memória do Nazaré

Uma triste notícia assombra estes dias.
A baleia piloto bebé que deu à costa da Nazaré em 27 Agosto de 2006, e que foi recuperada pela SPVS em Quiaios e depois transferida para o Zoo de Lisboa, denominada Nazaré e carinhosamente chamada Naza, morreu.
Ainda não estão apuradas a causas da morte, aguardando-se alguns resultados da necrópsia, mas que aparentemente não seriam conclusivos.
Aqui fica a nossa homenagem a esse maravilhoso ser que partilhamos 3 meses da sua vida, ainda quando não sabíamos se ele ia singrar tão bem como fez. Ainda recordamos uma noite de temporal em que tivemos de segurar o varão que suportava a coberta da piscina, que apesar do sacrifício, nada era comparável à alegria de ver o Naza a "responder" aos nossos cânticos (sim, ele parecia gostar de música, principalmente da "garota do ipanema"). Com o Naza ultrapassamos o Cabo Bojador da reabilitação, e pela primeira vez em Portugal, um cetáceo arrojado é reabilitado, apesar de todos as limitações e de um não apoio explícito de quem é de direito. Neste momento no CRAM-Quiaios da SPVS encontra-se já o segundo cetáceo em reabilitação, a Martinha, que esperamos que seja também o primeiro cetáceo reabilitado e devolvido ao seu meio natural.
Bem hajam todos os profissionais que sacrificam pelos Animais e pela Natureza, numa pequena tentativa de saldar a dívida da espécie humana para com a Terra.
Nunca iremos esquecer de ti, Naza!
Pelos Animais
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