Pelos Animais
A Nossa Clínica
A Vetcondeixa, fundada em 30 de Dezembro de 1990, localiza-se em Condeixa-a-Nova, dispõe de generosas instalações, moderno equipamento e sofisticados meios auxiliares de diagnóstico.
Disponibiliza um horário de atendimento alargado, (de segunda a sexta da 10:00h as 13:00h e das 15:00h as 20:30h e aos sábados das 10:00h as 13:00h e das 15:00h as 18:00h) e uma equipa de profissionais atenta às necessidades dos clientes que nos visitam.
A nossa essência é a prestação de um serviço de excelência ao nível dos cuidados médicos de animais de companhia.
segunda-feira, junho 30, 2008
Thor, Tomás e Afonso
Pelos Animais
domingo, junho 29, 2008
Golfinho Roaz Gaspar na Costa Portuguesa
Gaspar em Aveiro
O golfinho solitário que na passada quarta feira (11/06) entrou no estuário do Mondego esteve depois na Ria de Aveiro (Braço Norte) em frente à Torreira e agora está no porto de Leixões.
O golfinho em questão é um golfinho da espécie roaz corvineiro com mais de 3m de comprimento e 400kg de peso que é conhecido por Gaspar na Galiza e por Jean-Floc’h na França. Este golfinho é um animal solitário e tem por hábito entrar nos portos de pesca e marinas de recreio e atrair as atenções das pessoas. Para mais informações sobre o golfinho Gaspar recomenda-se:http://www.blogoteca.com/cemma/
http://www.reseaucetaces.fr/archive/2007/04/26/DonyRandyJeanFlochambassadeurs
Algumas normas de conduta:
Código de comportamento na presença do golfinho roaz solitário GASPAR-JF.
Deve ter-se em consideração que este golfinho é um animal selvagem e convém manter um comportamento adequado na sua presença. Deve manter-se o mínimo contacto e a máxima indiferença para não perturbar o seu comportamento.
1. NUNCA lhe ofereça comida
2.NUNCA se meta dentro de água com ele;
3. Observe-o à DISTÂNCIA sem se aproximar;
4. NUNCA tente toca-lo nem aproximar as mãos;
5. Se estiver dentro de água SAIA IMEDIATAMENTE e afaste-se do seu contacto. Se está numa embarcação :
a) NÃO SE APROXIME nem interfira no seu comportamento;
b) Adopte uma posição neutra e indiferente se o animal se aproximar da embarcação mantendo o mesmo rumo e velocidade;
c) Não mude bruscamente de rumo ou velocidade;
d) Se estiver na popa, CUIDADO, pois gosta de se meter debaixo do motor.
PERIGO O contacto com um golfinho selvagem é uma situação de risco para as pessoas, de AGRESSÃO ou de CONTÁGIO de enfermidades dérmicas e pulmonares.
fonte: SPVS
Pelos Animais
sábado, junho 28, 2008
O Golfinho Biónico
Pelos Animais
sexta-feira, junho 27, 2008
Nero, Blix, Luna e Benny
Mais Notícias do Crime em Aveiro
Notícia no "Público":Na localidade de Cacia
Cão mutilado e deixado sem assistência no distrito de Aveiro
25.06.2008 - 16h31 Susana Almeida Ribeiro, com Ana Machado
Um cão foi mutilado com uma máquina de ceifar, na passada terça-feira, em Cacia, concelho de Aveiro. O responsável pelo acto abandonou o cão sem assistência, tendo o animal morrido passadas 24 horas. O homem, que vivia em terrenos adjacentes ao local onde o cão se encontrava, não foi em momento algum ameaçado pelo animal, que tinha cerca de um ano e era de pequeno porte, garantem testemunhas. A GNR está a investigar o caso.
Armanda Pinto Ribeiro, de 50 anos – voluntária de três associações de defesa dos animais e que vive perto do local onde o cão foi mutilado – foi contactada pela dona do animal quando esta percebeu, passadas mais de 15 horas, que ele ainda estava vivo. As duas levaram o cão à clínica Planeta Animal, em Aveiro. Aqui, o animal foi assistido, tendo chegado a ser preparado para uma cirurgia com o objectivo de lhe serem amputadas as quatro patas, mas acabou por não resistir à extensão dos ferimentos e ao número de horas que ficou sem assistência.
"Sabemos quem foi o indivíduo que fez isto. Ele tinha ordens para cortar a erva do terreno, que pertence a umas pessoas de Lisboa, e quando foi para lá com a máquina de ceifar, viu o cão e mutilou-o. Ele fez de propósito, por crueldade. Ele até teve que fazer marcha-atrás com a máquina, para passar por cima do cão. O animal tentou fugir, num primeiro momento, mas depois deve ter ficado desorientado, com o barulho, e acabou por ser apanhado".
"No fim ele ainda se virou para a dona, que assistiu a tudo sem poder fazer nada, e disse-lhe 'O teu cão, esquece, ficou arrumado!'", indicou ainda Armanda Pinto Ribeiro ao PÚBLICO, confirmando que o cão era de pequeno porte, tinha cerca de um ano, e não era ameaçador.
Glória Afonso, também voluntária em associações locais de defesa dos animais, confirmou a mutilação do animal, mas considera que o facto de os donos terem demorado mais de 15 horas a perceber que o animal ainda estava vivo, antes de procurarem socorro, não abona em favor do caso.
Os donos do animal dirigiram-se à GNR para apresentar queixa, onde lhes terão solicitado os documentos de registo do animal e o boletim de vacinas, que o animal não tinha, como explicou ao PÚBLICO o tenente comandante Faria, do destacamento da GNR de Aveiro.
Para apresentar queixa deveriam ter os documentos”, diz, acrescentando que esta acabou por não ser apresentada. “Ninguém recusou a queixa”, garante o graduado. Mas confirma, após a questão lhe ser colocada, que, havendo testemunhas que confirmassem que as pessoas em causa eram proprietárias do cão, isso bastaria para seguir com a queixa em frente, mesmo sem documentos.
A queixa sobre a agressão ao animal acabou por chegar depois à GNR pela linha SOS ambiente e o tenente comandante Faria afirma que “estão a correr as diligências levadas a cabo pela equipa de protecção da natureza e ambiente para apurar a verdade dos factos e definir se existe matéria contra-ordenacional ou criminal”.
De acordo com informação disponível no site da associação ANIMAL, a violência contra animais é punível com coimas cujos valores podem variar entre os 500 e os 3740 euros. Mas Miguel Moutinho, da associação, explica que a agressão a animais não consta como crime na legislação portuguesa. E que a única maneira de punir criminalmente quem agride é encarando a agressão como um crime de dano de propriedade. Para isso os donos têm de ser identificados como tal. O caso passa então para a esfera do Ministério Público, a quem se pode apresentar a queixa directamente.
“Se for um cão vadio não se trata de um crime. A legislação portuguesa não tipifica como crime um único acto de violência contra animais. Mas aqui há crime de dano, a propriedade de alguém foi destruída. Sem dono, a agressão leva a uma mera contra-ordenação. E se o agressor não tiver dinheiro fica tudo na mesma”, explica Miguel Moutinho."
In "Publico.Pt"
Assinem petição aqui.
Pelos Animais
quinta-feira, junho 26, 2008
A Jolli e a Kitty Recuperam
A Kitty é uma pequinois que a dona adora, e por isso percorreu os 50 Km que separam a sua casa da nossa clínica vários dias seguidos em prol da saúde da sua "menina". A Kitty apesar das maleitas que a têm acometido é um bom garfo como nos confidencia a dona e agora que a inflamação da face está quase quase normalizada, ela manifesta ainda mais a sua graça. Deve ser das cadelinhas mais fofinhas que têm passado pela nossa clínica, e adora colo e ser pegada :)
Não use peles!
quarta-feira, junho 25, 2008
A Mika, A Amy, A Estrelinha, O Óscar e O Piloto na Vetcondeixa :)
O Óscar ouve com atenção alguns "conselhos" antes de sair do internamento
Reforçamos o penso, adivinhando já a actividade que se desencadeará quando os dois amigos se reencontrarem O Óscar antes de partir com a sua dona, de volta ao lar e ao seu amigo Piloto. Como reagirá o Piloto à sua nova e temporária indumentária? :)
Pelos Animais
terça-feira, junho 24, 2008
domingo, junho 22, 2008
Crueldade em Aveiro
As imagens são muito fortes, mas sem elas não seria possível tentar transmitir o sofrimento a que esse indivíduo provocou no indefeso cão, e vangloriando-se de seguida, como reza o seguinte texto:
"Em Aveiro, um indivíduo esmagou as 4 patas a um pequeno cão pertencente a pessoas muito pobres, e deixou-o abandonado no local, vangloriando-se do seu feito perante terceiros.
O animal esteve em sofrimento mais de 24 horas até que foi encontrado pelo dono que pediu ajuda. Foi de imediato transportado para uma clínica veterinária por uma voluntária mas já não foi possível fazer nada por ele. Faleceu pouco depois.
Tal acto de crueldade choca qualquer pessoa éticamente bem formada e sensível ao sofrimento, independentemente da maior ou menor simpatia que tenha pelos animais.
A comunicação social desempenha - ou pode desempenhar, se o pretender - um importante papel na formação da consciência ética e cívica dos cidadãos noticiando actos reprováveis como o referido e a que ninguém moralmente bem formado pode ficar indiferente.
Aliás, a investigação criminal e as estatísticas demonstram que quem pratica crueldade contra os animais pratica-a também contra humanos, sobretudo contra os mais indefesos. A maioria dos autores de homicídios, ofensas corporais graves, violação, abuso sexual de menores e roubos, começaram por praticar maus tratos contra animais, passando depois à família e por último a outros cidadãos. Por isso mesmo, as polícias, a nível mundial, tomam cada vez mais em consideração na investigação criminal a prática de crueldade contra animais por parte dos suspeitos. A insensibilidade face ao sofrimento é igual, quer a vítima seja humana ou não humana, precisamente porque no sofrimento os animais sencientes não se distinguem dos humanos.
É errado pensar-se que a violência e crueldade contra animais é um problema menor entre os vários problemas sociais e que, por isso mesmo, não deve merecer atenção por parte dos meios de comunicação social. A denúncia da crueldade contra animais além de contribuir para a formação da consciência ética dos cidadãos relativamente ao respeito pelo sofrimento dos animais, funciona também como prevenção da criminalidade contra as pessoas.
Com os melhores cumprimentos,
Maria da Conceição Valdágua
www.pravi.org
www.invirtus.net/pravi "
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